Novo estudo da OIT mostra potencial da criação de empregos verdes no Brasil


BRASÍLIA (Notícias da OIT) - O Brasil já tem 2,6 milhões de empregos verdes e a transição para uma economia que leve a menores emissões de gases de efeito estufa pode aumentar a criação desses postos de trabalho, segundo o relatório Empregos Verdes no Brasil: Quantos São, Onde Estão e Como Evoluirão nos Próximos Anos, lançado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).


O levantamento considera verdes os postos de trabalho em atividades econômicas quer contribuem para a redução de emissões e para a melhoria da qualidade ambiental. Em 2008, o total de empregos verdes no país – 2.653.059 – representava 6,73% do total de postos de trabalho formais.

A conta da OIT considerou dados da Relação Anual de Informações Sociais, do Ministério do Trabalho e Emprego, e agregou os empregos verdes em seis categorias: produção e manejo florestal; geração e distribuição de energias renováveis; saneamento, gestão de resíduos e de riscos ambientais; manutenção, reparação e recuperação de produtos e materiais; transportes coletivos alternativos ao rodoviário e aeroviário; e telecomunicações e teleatendimento.

“A economia brasileira não vai se desestruturar se continuar gerando empregos verdes”, disse Paulo Sérgio Muçouçah, coordenador de Empregos Verdes e Trabalho Decente do Escritório da OIT no Brasil, e autor do estudo.

Veja a íntegra do estudo
Veja um resumo do estudo
Veja a apresentação feita ao Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social

Veja o estudo da OIT sobre empregos verdes no mundo


INCA já identificou 146 casos de mesotelioma

A campanha “Mesotelioma: você conhece esta doença?” foi lançada em Maceió/AL e São Paulo/SP durante o mês de novembro. O INCA (Instituto Nacional do Câncer) produziu um material que traz esclarecimentos sobre o problema e pode ser consultado pela internet: http://www.inca.gov.br/inca/Arquivos/publicacoes/Folder_Mesotelioma.pdf

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Alpinista caiu durante instalação da iluminação de Natal



São Paulo/SP - O homem que caiu na manhã do dia 3 de dezembro da Ponte Octavio Frias de Oliveira, mais conhecida como ponte estaiada, na Zona Sul de São Paulo, estava a uma altura de cerca de 20 metros quando sofreu a queda, segundo informações do Corpo de Bombeiros. O acidente aconteceu quando a vítima, que faz parte de uma das equipes responsáveis pela iluminação de Natal da ponte, subia para trabalhar.

“Ele perdeu o controle do rapel”, afirmou o capitão dos bombeiros Luciano Souza. Segundo o capitão, o alpinista sofreu apenas uma fratura no tornozelo e está estável e consciente.

A ponte estaiada permaneceu por alguns minutos totalmente interditada nos dois sentidos para o trabalho dos bombeiros, o que causou grandes filas. A ponte foi liberada para o tráfego às 12h40.

Segundo alpinistas que trabalhavam com a vítima, a queda ocorreu dentro de uma das torres da ponte. Este foi o primeiro acidente desde que o trabalho de iluminação na ponte começou a ser feito, em 2008.

O resgate foi um pouco demorado pois o local onde o alpinista caiu era de difícil acesso. Foi preciso que os bombeiros acionassem um carro especial para retirá-lo da área.

A assessoria de imprensa da Mix Branding Experience, responsável pela iluminação especial, confirmou que o homem trabalhava na decoração de Natal e que ele teve apenas ferimentos leves.

Fonte: G1 - Globo.com
Foto: Paulo Toledo Piza/G1

A cultura de segurança deve nascer nas altas gerências

Em muitas empresas o processo de segurança e saúde está separado das estratégias dos negócios e dos processos organizacionais, revelando que não há dentro delas uma cultura de segurança implantada e vigente. Nessas organizações, as ações relacionadas à SST (Saúde e Segurança do Trabalho) convivem com o estigma de serem exercidas apenas como uma obrigação legal e são enxergadas pela sua liderança como algo secundário à produção, muitas vezes atrapalhando as atividades e a produtividade pela intervenção em casos de riscos nos locais de trabalho.

A intensa busca das organizações pelas certificações ISO nos últimos anos, por força do mercado e para maior aceitação de seus produtos ou serviços pelos clientes e outros stakeholders, teve um forte efeito sobre o comportamento organizacional diante das questões relativas à Saúde e Segurança do Trabalhador.
Essas questões vêm ganhando espaço nas discussões das altas esferas da liderança empresarial, pois estas perceberam que tais itens necessitam ser tratados com o mesmo rigor e cuidado com que desenvolvem a gestão de qualidade de seus produtos. Esse entendimento pressupõe uma empresa que pretende garantir não apenas que seu produto seja competitivo, mas também que seja produzido sem agredir a saúde de quem o produz e o meio ambiente no qual está inserida essa organização.

Esse processo de conscientização da liderança torna-se a matriz da cultura de Segurança e Saúde Ocupacional de uma organização.

Uma política de Segurança e Saúde Ocupacional no trabalho estrategicamente selecionada, acolhida, desdobrada em planos de ação e disseminada pela liderança organizacional no ambiente produtivo certamente é um dos fatores de relevância e benefícios para todas as partes interessadas.

Sabe-se que o modelo taylorista-fordista considerava o pulso forte do supervisor no controle do processo produtivo, a separação da concepção e execução do trabalho, interesse principal pela quantidade produzida e a qualidade final do produto.

As mudanças na organização do trabalho, inovação tecnológica e o esgotamento do mercado consumidor, devido à sua incapacidade de absorver toda a produção de bens e serviços, impuseram um novo modelo produtivo: o da flexibilização. Este requer esquema participativo, trabalhadores polivalentes, competência e autonomia; gerenciamento pela qualidade total incluindo a satisfação das necessidades de clientes internos e externos; educação no trabalho, times de trabalho, kanban e just-in-time, comunicação em rede, entre outros aspectos.

A organização do trabalho na América Latina e, especificamente no Brasil, é heterogênea. Ela ainda apresenta a coexistência dos dois modelos: o taylorista-fordista, na maioria das pequenas e médias empresas, e o da flexibilização, naquelas em que predomina o grande porte e as multinacionais.
Muitas empresas, à vista desse cenário, ainda não assimilaram bem a cultura de Saúde Ocupacional e Segurança no Trabalho, que prima pela atuação organizacional de forma preventiva e pró-ativa contra riscos e perdas.


Fonte: Revista Proteção
Foto: Arquivo 3M

Andaime cai de prédio em Florianópolis

Dois operários ficaram presos ao cinto de segurança, depois da queda de um andaime em Florianópolis, nesta sexta-feira (27). Eles trabalhavam na construção de um prédio. Segundo o jornal "Diário Catarinense", os trabalhadores conseguiram se agarrar a uma janela e alguns colegas que estavam dentro do prédio abriram o vidro para que os dois entrassem. Eles se salvaram da queda de uma altura de cerca de 15 metros.
Fonte: UOL
Com Alterações